Quem nunca sentiu uma dor intensa na cabeça em épocas de muito calor? A maioria de nós já passou por isso! Mas, afinal, esse sinal pode indicar que algo não está certo com o organismo ou é algo relativamente normal?
Na maioria das vezes, a resposta está em fatores simples. Em outras, porém, a dor pode ser um sinal de que algo precisa ser avaliado com mais atenção dentro da neurologia pediátrica.
Continue a leitura para entender quais são as possíveis causas para essa queixa entre os pequenos, veja o que fazer e descubra quando se preocupar!
Quais são as causas comuns de dor de cabeça infantil no verão?
Durante os meses mais quentes, é comum que algumas mudanças do dia a dia favoreçam o surgimento de cefaleias em crianças. Vamos entender quais são as causas mais frequentes?
Desidratação
A clássica! As crianças perdem líquido com facilidade e nem sempre percebem sede. Portanto, a ingestão insuficiente de água pode levar a dores de cabeça leves a moderadas, especialmente após brincadeiras longas ou atividades físicas.
Exposição excessiva ao sol
Ficar muito tempo sob o sol forte, sem proteção adequada, pode provocar dor de cabeça, mal-estar e cansaço. Nesse caso, o uso de chapéu e protetor solar, além de pausas na sombra, ajudam a prevenir as dores.
Alterações no sono
Férias costumam bagunçar horários e isso é algo normal. No entanto, dormir menos, dormir mais tarde ou ter um sono de má qualidade influencia diretamente no surgimento de cefaleias. E isso também pode afetar a criançada!
Mudanças na alimentação
Por fim, pular refeições, comer fora de hora ou consumir mais alimentos industrializados também pode desencadear dor de cabeça infantil. Assim, o melhor é tentar deixar a rotina alimentar o mais próximo possível do normal.
Quando a dor de cabeça acende um alerta neurológico?
Apesar de muitas cefaleias estarem relacionadas ao calor, alguns sintomas neurológicos em crianças exigem atenção e investigação adequada.
Fique atento se a dor de cabeça:
- surge de forma intensa e súbita,
- acorda a criança durante a noite,
- piora progressivamente ao longo dos dias,
- vem acompanhada de vômitos frequentes,
- aparece junto com alterações de comportamento, equilíbrio ou visão,
- não melhora com hidratação, descanso ou medidas simples.
Nessas situações, é importante procurar avaliação especializada para descartar causas neurológicas que precisam de acompanhamento. E isso independe da estação do ano, tudo bem?
O que observar durante viagens e passeios?
Viagens longas, mudanças de clima e passeios fora da rotina também podem favorecer a dor de cabeça infantil no verão. Durante esses períodos, observe:
- frequência das queixas de dor,
- intensidade e duração dos episódios,
- relação com esforço físico ou exposição ao sol,
- presença de outros sintomas associados.
Anotar essas informações ajuda muito na consulta médica e facilita uma avaliação mais precisa. Não tenha medo de chegar com essas anotações!
Quando procurar um neurologista pediátrico?
Nem toda dor de cabeça exige consulta imediata, mas quando as crises se tornam frequentes, intensas ou começam a interferir na rotina da criança, o ideal é buscar um especialista em neurologia pediátrica.
O neurologista ou neurocirurgião pediátrico vai avaliar o histórico, examinar a criança e, se necessário, solicitar exames para entender a causa da dor com mais clareza. Muitas vezes, apenas orientações simples já são suficientes para melhorar o quadro.
Chegamos ao final da nossa conversa! Como você viu, o verão traz mais liberdade, movimento e diversão, mas ele também exige atenção aos sinais do corpo das crianças. A boa notícia é que a dor de cabeça infantil costuma ser benigna, mas quando se repete ou foge do padrão esperado, merece investigação cuidadosa.
Se seu filho tem dores de cabeça frequentes ou intensas, uma consulta com o neurocirurgião pediátrico pode ajudar a entender a causa com clareza e orientar os próximos passos com segurança e tranquilidade. Agende agora mesmo e vamos entender o que está acontecendo!






